quarta-feira, 11 de maio de 2011

falta.

Sinto-me como se estivesse em uma simples ilha, nada de surpreendente, e nem um pouco bela, lagoa azul não existe. Não ha muito que fazer, os dias passam a ser comuns. Desta ilha posso ate avistar a liberdade, mas ainda longe esta. Sozinha não estou, um charmoso doido resolveu me acompanhar. Com um só pensamento, buscamos o mesmo. A verdade é que, mesmo simples, monótona e estranha, a ilha nos completa. No fim nada mais faz falta.

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